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segunda-feira, 31 de março de 2014

Trabalho de seminário referente a disciplina de Grego III

A graça e a paz do nosso Senhor Jesus Cristo queridos!




Que satisfação sinto em compartilhar com vocês meus queridos amigos do Blog, este resumo, trabalho meu de seminário, referente a Exegese, disciplina de Grego III, onde é rico em fatos históricos, matérial para exegese bíblica, interpretação de texto bíblico, tudo isso vivenciado no tema da carta escrita aos éfesios capítulo seis "A armaduras de Deus".




 Nota: Este matérial didático é fonte de informação e está licenciado em nome de Sayonara Taciana, bacharelanda no curso livre de Teologia, aqui aluna da instituição de ensino CETAD - Centro de Estudos das Assembleia de Deus na Paraíba. 
 Todos os direitos autorais estão reservados.
Este matérial foi disponibilizado para aprofundamento, pesquisa e desenvolvimento no aprendizado da teologia. Não autorizado seu plagio.


P.S Agradeço a amiga e irmã em Cristo Lúcia, parceira de seminário, pelo muito carinho com que me dispensou nesta enorme pesquisa e desenvolvimento do trabalho para a exegese da disciplina de Grego III que realizamos juntas.





CETAD-PB CENTRO DE ESTUDOS
TEOLÓGICOS DA ASSEMBLEIA DE DEUS NA PARAÍBA
TEOLOGIA MINISTERIAL








EXEGESE



 
POR

SAYONARA TACIANA
LÚCIA VERÍSSIMO




JOÃO PESSOA/2013 











CENTRO DE ESTUDOS TEOLÓGICOS DA ASSEMBLEIA DE DEUS NA PARAIBA
CURSO DE TEOLOGIA MINISTERIAL
GREGO III




EXEGESE DE EFÉSIOS 6: 10-20





Trabalho apresentado à disciplina de Grego III em cumprimento as exigências parcial do Curso de Teologia Ministerial, ministrado pela professora Ângela Rainer.


POR

SAYONARA TACIANA
LÚCIA VERÍSSIMO




JOÃO PESSOA
AGOSTO/2013




ÍNDICE

I –
Introdução .......................................................................................
04
II -
Texto bíblico para análise (Efésios 6: 10-20)..................................
05
III -
Contexto Histórico do Livro ...........................................................
05
IV -
Pesquisas de Palavras Chaves .........................................................
09
V -
Contexto Bíblico .............................................................................
12
VI -
Aplicação para Hoje ........................................................................
18
VII –

Referências Bibliográficas ..............................................................
Apendice ....................................................................................
19
21







I – INTRODUÇÃO

O presente trabalho tem por finalidade atender o requisito da disciplina do Grego III, determinada pela grade curricular do curso de Teologia Ministerial do Centro de Estudos da Assembleia de Deus em João Pessoas na Paraíba apresentando uma Exegese de um texto bíblico a escolha de cada equipe. O texto escolhido por essa equipe, de dois componentes, para elaborar a exegese foi da epistola de Efésios capítulo seis de dez a vinte. A pesquisa é de ordem bibliográfica, igualmente obtendo recursos e orientações da professora da referida disciplina, em classe.
O estudo exegético do texto mencionado acima propõe extrair o seu real sentido e as verdades sagradas nele contido respeitando com fidelidade as Sagradas Escrituras, sem a presunção de exaurir o texto, mas com a ideia de compreender o que o apostolo Paulo, inspirado pelo Deus eterno, quis que os humanos entendessem para efeito de verdadeira prática cristã diária. Percebendo que é de suma importância, que à igreja de Cristo aqui na terra saiba manejar bem a palavra de Deus discernindo as atitudes do inimigo, que sega o entendimento da humanidade. Assim, o presente estudo vai nos apresentar fundamentada na Bíblia, e comentários de diversos autores consagrados, como estar vigilante e vencer os ardis do enganador, satanás, o deus do século presente.


II –  TEXTO BÍBLICO PARA ANALISE  (Efésios 6:10-20)
 Em resumo, não contém a integra do trabalho.

Finalmente, fortaleçam-se no Senhor e no seu forte poder.
Vistam toda a armadura de Deus, para poderem ficar firmes contra as ciladas do diabo, pois a nossa luta não é contra pessoas, mas contra os poderes e autoridades, contra os dominadores deste mundo de trevas, contra as forças espirituais do mal nas regiões celestiais.
Por isso, vistam toda a armadura de Deus, para que possam resistir no dia mau e permanecer inabaláveis, depois de terem feito tudo.
Assim, mantenham-se firmes, cingindo-se com o cinto da verdade, vestindo a couraça da justiça e tendo os pés calçados com a prontidão do evangelho da paz.
Além disso, usem o escudo da fé, com o qual vocês poderão apagar todas as setas inflamadas do Maligno. 
Usem o capacete da salvação e a espada do Espírito, que é a palavra de Deus.
Orem no Espírito em todas as ocasiões, com toda oração e súplica; tendo isso em mente, estejam atentos e perseverem na oração por todos os santos.
Orem também por mim, para que, quando eu falar, seja-me dada a mensagem a fim de que, destemidamente, torne conhecido o mistério do evangelho, pelo qual sou embaixador preso em correntes. Orem para que, permanecendo nele, eu fale com coragem, como me cumpre fazer.

III – CONTEXTO HISTÓRICO DO LIVRO
Em resumo, não contém a integra do trabalho.

A cidade de Éfeso usufruía de excelente condição geográfica e no período do Novo Testamento bíblico, onde a carta aos Efésios é escrita por Paulo, sua geografia descreve-se com localização privilegiada no mundo antigo, situava-se na foz do rio Caistro, localizado na Ásia Menor, contava quase a sua frente com a ilha de Samos. Ela era sem dúvida dentro do império romano, um importante centro de tráfego, terrestre e marítimo entre o Ocidente e o Oriente, o que a privilegiava tanto para a aceitação, como propagação do Evangelho de Jesus Cristo.
Na sua estrutura social a população da cidade de Éfeso era de aproximadamente de 225 mil habitantes, que viviam do comércio e do turismo. Éfeso era essencialmente uma cidade religiosa. Ali estava o templo da grande Mãe Diana ou Artêmis, divindade da fecundidade. O templo, uma das maravilhas do mundo antigo, foi construído no século VI a.C.. Em 356 a.C. foi destruído pelo fogo ateado por um certo Erostrato, que desejava tornar-se célebre.
Na sua Historia, no correr dos séculos, evidenciamos seus valores religiosos, pagãos e Politeístas. Seus habitantes fenícios teriam fundado no local um santuário em honra de uma divindade feminina adorada sob o símbolo da lua. Esse santuário começou a atrair gente de vários países que ali achavam o direito de asilo. Sob o domínio dos Jônios, Éfeso tornou-se a principal das doze cidades que formaram a Confederação Jônica. Passou depois para o domínio dos Persas e depois Alexandre Magno a conquistou em 334 a.C.. Lisímaco, general de Alexandre, recebeu-a em herança na morte desse. Mas foram os Átalos de Pérgamo que a embelezaram e enriqueceram.
Em 129 a.C. passou ao domínio romano. Tornou-se a capital da Província Romana da Ásia. De fato, na época era a maior metrópole da Ásia.
Existia, também, em Éfeso um grande número de bruxos e feiticeiros. Muitos deles se converteram ao cristianismo (At 19,19).

1  AUTORIA
 Em resumo, não contém a integra do trabalho.

Não há nenhuma dúvida sobre a autoria da carta aos Efésios, Paulo chama a si mesmo como "prisioneiro de Cristo Jesus" (3:1); "detento no Senhor" que lhes roga (4:1); em sua famosa frase é um "embaixador em cadeias" (6:20). Paulo estava preso e não longe do seu martírio, trata a cronologia bíblia, esta ciência auxiliar da Teologia. Segundo doutor Russel Shedd, ele diz que nenhum erudito antigo discordou desta opinião de que Paulo é expressamente o escritor destas epistolas, e que ele escreveu a carta na prisão em Roma mais ou menos no mesmo tempo que escreveu Filemon e Colossenses, e tudo indica que ela foi levada por Tíquico, seu amigo, que tinha vindo lhe visitar, isso pode ter acontecido em meados de 62 ou 63 d.C.

1. 1 Evidência interna
 Em resumo, não contém a integra do trabalho.

As evidências contextuais da carta não deixam discussões sobre esta veracidade. Inclusive na própria carta de Efésios Paulo declara ser ele o autor: “Paulo, apóstolo de Jesus Cristo, pela vontade de Deus, aos santos que estão em Éfeso, e fiéis em Cristo Jesus; Por esta causa eu, Paulo, sou o prisioneiro de Jesus Cristo por vós, os gentios;” (EFÉSIOS 1:1; 3:1). Estes dois versículos confirmam a origem da autoria da epistola de Efésios. Mas,
apesar dos dois versículos darem esclarecimentos que foi Paulo o autor da carta, na modernidade há críticos que discordam, conforme diz Elienai Cabral, no seu comentário bíblico, que “um erudito norte-americano por nome E. J. Goodspeed apresentou a teoria de que o autor tenha sido algum cristão atuante e admirador do apostolo Paulo.” [1] Sugerindo também outros nomes. Os críticos modernos se baseiam em duas ideias para contradizer a autoria da carta aos Efésios, a primeira é que Paulo não direcionou a nem uma comunidade como era o seu costume e segundo ele não quis resolver nem um problema de ordem doutrinaria ou eclesiástica. Então, é nisso que eles se baseiam para contrariar tais evidencias bíblicas.  Para Elienai Cabral as provas que se afirmam que a carta é paulina são mais contundentes que as que negam. Portanto, Paulo foi inegavelmente o autor dessa maravilhosa carta como também Tíquico, além de portador dela foi igualmente de outras cartas. (Efésios 6: 21,22).

1.2 Evidências externas
  Em resumo, não contém a integra do trabalho.

Paulo passou a primeira vez por Éfeso, no final de sua segunda viagem missionária (At 18,19ss). Por pouco tempo pregou na sinagoga e prometeu voltar. Ali, separou-se de seus companheiros Áquila e Priscila. Ao voltar na sua terceira viagem missionária, Paulo já encontrou um pequeno núcleo cristão, provavelmente obra de Áquila e Priscila e possivelmente também de Apolo. Permaneceu na cidade por longo tempo, por quase três anos. (At 20,31)....

2  DATAÇÃO E LUGAR
 Em resumo, não contém a integra do trabalho.

Poucos críticos discordam sobre a autoria da carta, mas o mesmo não se dá sobre a sua datação e o lugar em que ela foi escrita, há sérias divergências sobre o assunto. Coletivamente, Efésios está no mesmo grupo cronológico das epístolas de Paulo aos Colossenses, Filemom e Filipenses, chamadas de "As Epístolas da Prisão" que se deu no primeiro aprisionamento de Paulo em Roma, nos prováveis anos de 61 a ano 63 conforme relata (At 28:30) do nosso Senhor (D.c.).
Foram feitas várias tentativas por parte desses críticos, em colocarem estas epistolas em período anterior, como se fossem escritas nas prisões de Paulo em cesárea ou mesmo em Éfeso como trata, George S. Duncan, St. Paul's Ephesian Ministry, mas esse entendimento não foi bem sucedido, não há um bom motivo para rejeitarmos o lugar aceito pelos tradicionais “Roma”...

3 DESTINATARIO
 Em resumo, não contém a integra do trabalho.

Efésios é provavelmente a carta mais impessoal escrita por Paulo, não há nenhuma nota pessoal, o que é surpreendente devido ao tempo de sua permanência ali, como menciona (Atos 18:9-10) e não está recheada internamente de saudações pessoais com mensagens de vivencia intima que o “apostolo aos gentios” tenha compartilhado ali.
Além disso, em Atos (20:17-35) podemos ler a despedida de Paulo dos anciãos de Éfeso em sua última viagem, antes de abandonar Mileto. Em todo o Novo Testamento não há uma passagem de maior intimidade e afeto, O que em cordialidade por muitos estudiosos do assunto concordaram entre si sobre sua autoria pertencer a Paulo, o mesmo não acontece sobre a quem à carta foi destinada comenta William Barclay (“O Novo Testamento, Efésios, pág. 11”). Para ele salta a vista que Efésios foi escrita e dirigida a gentios. Os destinatários da Carta eram “gentios na carne, chamados incircuncisão por aqueles que se intitulam circuncisos, na carne... sem Cristo, separados da comunidade de Israel e estranhos às alianças da promessa” (2:11, 12). Paulo lhes suplica: “não mais andeis como também andam os gentios” (4:17). O fato de que se tratasse de gentios não significa, certamente, que a Carta não fosse enviada a Éfeso; mas dá, antes, a certeza de quais eram os destinatários.
A muito ainda a ser mencionado, num estudo mais detalhado e criterioso sobre o assunto, mais nos é certo, porque há um grande consenso que Paulo foi o escritor da carta e que ela foi destinada, para alguns, a igreja em Éfeso, ao que no nosso entendimento deva ser o mais correto. Mas me senti a vontade em mencionar outras opiniões para deixar o leitor desta exegese inteirado sobre o que para outros, ela foi escrita aos cidadãos daquela cidade, o que respeitamos a opinião desses colegas compartilhando com vocês.

4  MOTIVO
 Em resumo, não contém a integra do trabalho.

A formação da Igreja na comunidade de Éfeso obteve grande êxito, Paulo começou pregando na sinagoga por três meses (At 19:4). Diante da incredulidade dos judeus, passou a pregar na escola de um senhor chamado Tirano por dois anos diariamente, a tradição nos trás que este horário compreendia entre as 11 e 16 horas. Sua pregação alcançou judeus e gregos que residiam na Ásia (At 19:10), também muitos dos bruxos e feiticeiros da cidade se converteram e queimaram seus livros mágicos em praça pública (At 19,11ss), a bíblia fala de milagres que confirmaram sua pregação.
Enfim, talvez o apostolo Paulo resolveu escrever esta carta no momento de exclusivismo judeu, que fez muitos sofrem, ou seja, gentios não eram aceitos como parte do corpo de Cristo.

5  PROPOSITO
 Em resumo, não contém a integra do trabalho.

Efésios é escrita por Paulo com o propósito divino unir Gentios e Judeus através de Cristo, ou seja, o objetivo principal dele escrever aos efésios era a unidade da igreja. E seu foco estava sobre a questão entre judeus e gentios, tendo em vista muitos desses gentios, antes de se converterem a Cristo, terem suas práticas religiosas na feitiçaria, então ele desejava combater a heresia advinda do gnosticismo, que foi tão presente no século I. Os judeus eram muitos exclusivistas, por isso, faziam acepção de pessoas, “os judeus se consideravam como a "nata" religiosa do mundo.” [2] Assim, os gentios eram vistos por Paulo como uma segunda categoria, até mesmo dentro da igreja. Tudo isso nos mostra que era fácil que a igreja se dividisse internamente entre o grupo dos judeus e o grupo dos gentios. Por isso, o apostolo Paulo insiste na doutrina da unidade da igreja.

IV - PESQUISA DE PALAVRAS CHAVES EM EFESIOS 6. 10-20
   Em resumo, não contém a integra do trabalho.

ARMADURA –  πανοπλια (V.11). Armadura de um soldado fortemente armado, panóplia  lit. Armadura completa . Conjunto de peças feitas de metal ou couro, com que os soldados antigos cobriam o corpo para se protegerem das armas de ataque dos inimigos, e inclui coisas tais como: escudo, espada, lança, elmo, e couraça. Visto que uma armadura de um soldado era frequentemente uma amostra de esplendor, Barth prefere a tradução “explêndida armadura” (v. Barth, 793-795).

1 CINTURÃO: όϭφυς (V.14). Cinto,  cinturão. Lombos como local dos órgãos como reprodução. O cinto também era uma peça muito importante das vestimentas dos soldados romanos, eles usavam de um a três cintos para prender a espada e para proteger a região abdominal do corpo.
2 COURAÇA: θωрαξ. (V. 14). Couraça, peitoril. Provavelmente tórax, caixa torácica. A palavra denota uma peça da armadura que pode indicar qualquer coisa que, a qualquer mediano usava uma peça de metal, mas aqueles que podiam pagar usavam a melhor disponível (Barth; DGRA, 711s.).
Ela servia também como uma veste de malha, que cobria o corpo pela frente e nas costas, unidas nos lados conforme vemos no livro de Jeremias nas profecias contra o Egito e a Babilônia (46.4; 51.3). E refere-se também em Apocalipse 9.9 como sendo de metal. E como Armadura para proteger a parte superior do corpo (Jó 41.26).  Ela era uma parte da armadura, feita de couro ou metal, para cobrir o peito e às vezes as costas dos soldados antigos. O objetivo da couraça era para proteger contra os golpes das lanças, flechas e espadas (Efésios  6.14).
3 SANDÁLIA/CALÇADO: ύπόδημα (v.15) Pode se referir à caligo um forte e pesado sapato usado pelos soldados romanos, ou ao caldeus um sapato menos grosseiro que era usado pelos oficiais. Segundo pesquisas esse termo sandálias encontra-se somente em algumas passagens da Bíblia (Mc. 6.9; At 12.8), porém a forma de sapato usado no Oriente era, em geral, a de uma sandália, que constava de uma sola de couro ou de madeira, atada aos pés por de meio de correias (G 14.23; Is 5.27). Acha-se o termo somente em alguns lugares da Sagrada Escritura (Mc 6.9, At 12.8); Mas a forma do sapato usado no Oriente era, em geral, a de uma sandália: constava de uma sola de couro ou madeira, atada aos pés por meio de correias (Gn 14. 23; Is 5.27). Tiravam-se quando se estava em uma casa ou um santuário. A renúncia e a transferência dos direitos legais eram ratificadas pelo ato de descalçar um sapato; e era uma espécie de segurança do contrato dá-lo à pessoa com quem se fazia transação (dt 25.10; Rt 4.7,8). Na curiosa benção sobre Aser vem esta frase “o ferro e o cobre serão o teu calçado” segundo algumas versões (Dt 33.25). Em Ef. 6.15 o guerreiro cristão deve ter os seus pés calçados “com a preparação do evangelho da paz”, como individuo desejoso de levar as boas novas a toda parte.
4 ESCUDO: θυрεός (v.16) Escudo. Refere-se ao escudo grande retangular, não ao pequeno escudo arredondado e convexo. A referência e ao sulum dos soldados romanos que tinha uma estrutura metálica, e, às vezes, uma massa de metal ao centro. Frequentemente as várias camadas de couro eram ensopadas e socadas na água antes da sotalum, a fim de apagar os dardos incendiários do inimigo. Os escudos, eram guarnecidos de ouro, eram muito empregados para fins de ornamentação ou para manifestação ostentosa. Salomão os empregava deste modo e nas procissões religiosas, como seu pai havia anteriormente feito com os seus troféus de batalha (IRs 10.16). A fé descrita como escudo em Ef. 6.16, bem como a salvação em Sl 18.35.  
5 CAPACETE:perikeyalaia.(v.17). Uma proteção ao redor da cabeça, elmo, capacete. O soldado romano usava um elmo de bronze, equipado com protetor para o rosto. O elmo era um item decorativo e caro que tinha por dentro uma camada de feltro ou esponja que tornava suportável carregá-lo. Nada mais leve do que um machado ou martelo pesado poderia quebrar um elmo pesado. O capacete que os israelitas usavam era na formatura carapuça com peças que cobriam as orelhas e o pescoço. Era de bronze ou metal amarelo. Os capacetes que Uzias forneceu ao seu grande exército (2 Cr 26.14). Eram do mesmo metal, bem como os de Saul e Golias (1 Sm 17.5,38). Estes capacetes de bronze eram usados somente pelos principais guerreiros, sendo o simples soldado, segundo parece, provido de carapuças enchumaçadas, com hastes de metal, ou então de barretes feitos de feltro ou de couro. Os heteus usavam capacetes mais largos para cima, do que os usados comumente, ao passo que os oficiais da Assíria os usavam altos e em ponta.
6 ESPADA: μαcαiрα (v.17) Indica pequena espada reta usada pelo soldado romano. Havia dois tipos de espada usada numa batalha. Uma era feita de várias formas e tamanhos, normalmente de bronze. No grego, esse tipo de espada chamava-se ziphos. O bronze pode representar a presença do Espírito Santo na vida do crente. O outro tipo, no grego macharia, era um pouco mais curta que a ziphos e era usada pelos gladiadores.

V-  CONTEXTO BÍBLICO (Efésios 6)
 Em resumo, não contém a integra do trabalho.

1 Contexto maior  de Efésios 6: 1-9; 21-24)

O texto bíblico de Efésios seis se inicia com regras de comportamento dando sequência ao que o Paulo vinha exortando antes no capítulo cinco dos versículos vinte e dois aos trinta e três, onde ele dá orientações expressas de como os cônjuges devem se relacionar, ou seja, ambos submetendo-se aos princípios da submissão, e em tudo se sujeitando a Deus. Finaliza o capitulo cinco exortando, as esposas e os maridos a se amarem fazendo uma anologia desse amor ao amor de Cristo pela igreja. No entanto, no capítulo seis dos versos um ao quatro, ele dá instrução aos pais e filhos, em que os filhos devem obedecerem aos pais, princípio primordial para viver bem e muito, ordenança divina. Pois, conforme diz Elienai Cabral, que os pais precisam ensinar os filhos obedecerem, usando a firmeza e o amor, senão serão futuros rebeldes. Continua ainda com os princípios bíblicos para senhores e escravos nos versos cinco ao nove, instruções para que ambos cumpram suas devidas obrigações empregatícias. Segundo diversos teólogos, sejam possíveis, que tais regras de conduta tivessem o objetivo de instruir novos crentes, ou seja, discpular os novos convertidos. Visando “demonstrar o tipo de unidade pessoal e doméstica que deve existir entre os cristãos e a Igreja,” relata Arthur[3]
Logo após o texto escolhido, para extrair a mensagem para nossa prática de vida cristã diária, os versos vinte e um a vinte e dois, Paulo encerra a carta com as saudações finais de forma clara declarando que o mensageiro da carta é Tíquico, chamado por ele, irmão amado e fiel ministro do Senhor. O capítulo seis, dos versos vinte três a vinte e quatro, se encerra com a benção dando destaque as palavras: paz, amor e fé para toda comunidade cristã.
Enfim, a carta termina com o mesmo tema que se inicia: graça e paz da parte de Deus.
 
2  Contexto menor do texto de Efésios 6:10-20
 Em resumo, não contém a integra do trabalho.

No texto de Efésios 6: 10-20, Paulo usa a figura de linguagem, a armadura do cristão, comparando as vestimentas dos soldados romanos com a vida espiritual do cristão. Ele relata sua vida cristã como se fosse uma verdadeira guerra espiritual. “Sendo assim, não corro como quem corre sem alvo, e não luto como quem esmurra o ar. Mas esmurro o meu corpo e faço dele meu escravo, para que, depois de ter pregado aos outros, eu mesmo não venha a ser reprovado.” (1 CORÍNTIOS 9:26-27).
No relato de Artur Patzia, há pelo menos duas fontes possíveis para Paulo se inspirar e usar essa figura de linguagem. A primeira seria o exercito romano, pois, ele como prisioneiro diversas vezes teve a oportunidade de observar as vestimentas dos soldados, e a segunda, está nas Sagradas Escrituras, no livro de Isaías 59:17: “Usou a justiça como couraça, pôs na cabeça o capacete da salvação; vestiu-se de vingança e envolveu-se no zelo como numa capa.” Conforme esta citação bíblia confirmando a origem da mesma figura de linguagem usada pelo apostolo, a sugestão é de que a vida cristã é uma eterna batalha espiritual, e que  Paulo exortava os cristãos com essa linguagem, tendo em vista as frequentes perseguições que eles sofriam, então, esse abordagem literária era bastante útil para a igreja perseguida.
Quem vai enfrentar uma batalha deve se preparar, então, os versículos a seguir veremos como Paulo relata como deve estar preparado o guerreiro cristão, como fala Arthur Patzia, essa preparação é para enfrentar as batalhas presentes da igreja, apesar da expressão dia mau vindouro (6:13), traga a ideia de futuro.
Paulo já próximo ao encerramento da carta, no capítulo 6 verso 10, ele vislumbra uma nova dimensão para fortalecer os irmãos na fé em Cristo, ele apresenta um campo de batalha invisível, que só é possível enxergar quem é verdadeiro cristão, os que de fato se alistaram para batalha se submetendo, as ordens do grande general, o eterno Deus.
a) Efésios 6:10 - Ele convida os irmãos para serem fortalecidos no Senhor, mas para isso devem se revestir de uma indumentária especial, a “Armadura de Deus”,
b) Efésios 6:11 – Revestir de toda “armadura de Deus”, revestir nos faz entender que é se vestir novamente, ou seja, uma roupa sobre outra. Esta vestimenta de Deus figurada por Paulo, inspirado nas peças dos soldados romanos, para a vida espiritual tem suas funcionalidades especiais e importantes para proteger o soldado do inimigo, por isso, o apostolo recomenda se revestir de toda a “armadura de Deus” porque se o cristão quiser vencer a luta tem que estar preparado, enfim, todo equipado para combater qualquer ataque do adversário. Após relatar os benefícios e a necessidade de estarmos prontos, finalmente discrimina as peças individualmente, como narra Arthur, as mais importantes, pois, o objetivo não é descrevê-la completa, visto que se omitem algumas peças. O autor crê que os seis itens listados são essenciais: o cinto, a couraça, sandálias ( calçados os pés), o escudo e a couraça.
c)  Efésios 6:12,13 – Conforme Arthur os crentes além de enfrentar o diabo enfrenta também diversos inimigos espirituais, perversos. O diabo é astuto, enganador, ardiloso, por isso, estamos em constantes guerras, não uns contra os outros, mas contra as hostes espirituais que habitam nas regiões celestiais. Em virtude dos ardis de satanás, revelado por Paulo na Palavra de Deus, o cristão deve estar alerta revestido de toda armadura de Deus para poder vencer o maligno e ficar firme. Pedro escreve: “Sede sóbrios; vigiai; porque o diabo, vosso adversário, anda em derredor, bramando como leão, buscando a quem possa tragar;
Ao qual resisti firmes na fé, sabendo que as mesmas aflições se cumprem entre os vossos irmãos no mundo.” (
1 PEDRO 5:8-9). Assim, para enfrentar esse campo de guerra espiritual, e vencer, só com armas espirituais de Deus.
 2.1 AS ARMAS DE DEUS SÃO ESPIRITUAIS (Efésios v.14-17)
2.1.1 O cinto da verdade - (Efésios v.14)-  "Assim, mantenham-se firmes, cingindo-se com o cinto da verdade.”  O cinto era um aparato de couro que prendia a túnica do soldado, ajudava a proteger o corpo e mantinha a espada em seu lugar. Este componente da armadura de Deus é muito importante; portanto, trata-se da verdade divina e não de nossas verdades. Jesus disse: "Eu sou a verdade" (Jo 14. 6). Ele também orou: "Santifica-os na verdade; a tua palavra é a verdade." (Jo 17. 17). Precisamos nos revestir da verdade divina, assim como ter uma fala e vivência regida pelo valor da verdade (Cl 3. 9). Isto significa que devemos ser revestido de verdade em tudo que for feito ou dito seja translucido como águas cristalinas, isso, é uma qualidade de caráter cristão. A vontade expressa de Deus, escrita por Paulo é que todos os cristãos estejam revestidos com a verdade divina deixando que o caráter de Cristo se revele em cada um. Isso significa proteção e força para enfrentarmos e vencer as batalhas espirituais.
2.1.2 A couraça da justiça - (Efésios v.14) - "vestindo a couraça da justiça." A couraça fornecia proteção desde o pescoço até a parte superior das coxas. Proporcionava proteção para o tronco e todos os órgãos vitais. Trata-se da justiça de Deus, não da nossa. A Escritura diz que os atos de justiça do homem são como trapo imundo (Is 64. 6). O padrão de justiça humano fica infinitamente distante do padrão divino. Toda humanidade precisa do sangue do único Justo que pisou na face desta terra para que cada um compareça diante de Deus (Hb 10. 19), pois é o sangue de Jesus que justifica o homem – e o torna justo – (Rm 5. 9). Nas relações humanas é necessário seguir o padrão bíblico, pois fora dele os julgamentos são muito injustos. Vistamo-nos da couraça da justiça. Pois, como comenta Elienai Cabral, que a couraça protege das setas mortíferas do inimigo e que a justiça e a verdade se uniram e ambas andam juntas de mãos dadas. Com essa declaração, quem é de fato verdadeiro cristão se revestirá dessas armas de Deus “tão poderosa,” protegendo sua vida espiritual da mentira e crueldade.
 2.1.3 Pés calçados/sandálias - (Efésios v.15) –  "e tendo os pés calçados com a prontidão do evangelho da paz." O soldado romano calçava uma sandália com cravos e travas para que, mesmo em terrenos escorregadios, pudesse permanecer firme. A analogia do apostolo Paulo dessa figura com o evangelho é que é preciso o proclamador da mensagem do evangelho ter firmeza na palavra pregada. E a caminhada de vida cristã deve ser dirigida pelos princípios do evangelho de Cristo, não pelos nossos.
Em conformidade com Arthur que fala, que  “a ênfase parece recair sobre a urgência da batalha espiritual que todos os crentes enfrentam, e sua prontidão para proclamar o evangelho pelo qual Cristo derrotou todas as forças malignas das trevas.”[4] Assim, mesmo diante da guerra o cristão deve manter o equilíbrio, através da paz que emana de Cristo o príncipe da paz, pois, na hora da luta travada vence o inimigo e não desiste de levar a mensagem da cruz . Isaías 52: 7 diz:” Quão formosos são sobre os montes os pés do que anuncia boas novas, que proclama a paz.”
Se o crente fiel quiser vencer o inimigo deve verdadeiramente seguir a mesma trilha do Salvador Jesus, firmando os seus pés na rocha, que é Cristo. O salmista entendia bem essa questão, pois, Davi foi um grande guerreiro e ele diz: “Tirou-me dum lago horrível, dum charco de lodo, pôs os meus pés sobre uma rocha, firmou os meus passos.” (SALMOS 40:2).
.
2.1.4 Escudo da fé - (Efésios v.16) “usem o escudo da fé”, Era proteção aos ataques dos dardos inflamados do inimigo que batiam no escudo e se apagavam e não conseguia penetrá-lo. Os soldados prendiam o escudo num dos braços. O escudo tinha o formato de um prato gigante, ele tinha a finalidade de proteger todo o corpo. Paulo relaciona essa figura à fé porque assim como o escudo protegia os soldados de serem atacados no corpo, a fé protege os cristãos dos dardos inflamados do maligno e carregados de enganos. No texto de Elienai Cabral ele fala que: “Um soldado cristão sem escudo é soldado vulnerável aos ataques satânicos. O conhecimento da Palavra de Deus forma o “corpo da fé”, ou seja, o escudo da fé protege o crente contra as heresias e mentiras satânicas.”[5] A fé age como um extintor que apaga as chamas do fogo, porém para o cristão obter vitória é necessário que a fé esteja depositada totalmente em Deus, pois, a nossa confiança em Deus destrói todas as forças malignas. Além do mais, nossa fé é primordial e agrada a Deus, como está escrito: “Ora, sem fé é impossível agradar-lhe; porque é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que ele existe, e que é galardoador dos que o buscam.” (HEBREUS 11:6).

2.1.5 Capacete da salvação- (Efésios v.17) “o capacete da salvação” Esse é o quinto item Ele servia de proteção para a cabeça, chamado elmo ou capacete. O soldado romano usava um elmo de bronze, equipado com protetor para o rosto. O elmo era um item decorativo e caro que tinha por dentro uma camada de feltro ou esponja que tornava suportável carregá-lo, pois, ele era bastante pesado. Segundo Arthur no seu comentário bíblico Paulo simboliza o capacete ao poder de Deus e presteza para salvar os outros, que por analogia do autor da carta, usando as figuras do capacete e a espada que eram entregue ao soldado pelo assistente, assim ele considera que a salvação nos é dada por Deus, como o apostolo confirma na própria carta: “Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus.” (EFÉSIOS 2:8), e contra essa defesa o inimigo não tem vez, pois, Deus enviou Jesus para nos garantir essa proteção, que nossa alma não morrerá diante dos enfrentamentos do inimigo, mas viverá eternamente no céu com os generais dos generais. Assim, sendo a cabeça um órgão vital, a salvação colocada pelo apostolo é vital para o cristão se ele perder a salvação ele morre espiritualmente e morrendo também seu corpo sua alma viverá eternamente com o diabo e seus anjos no inferno, ou seja, o reino das trevas vence.

2.1.6 Espada do espírito- (Efésios v.17) “espada do Espírito, que é a palavra de Deus.”
Havia dois tipos de espada usada numa batalha. Uma era feita de várias formas e tamanhos, normalmente de bronze. Para Elienai Cacral, o bronze pode representar a presença do Espírito Santo na vida do crente. E que a espada era arma de ataque. Ele ainda diz, que o texto narra que a “espada é a palavra de Deus”, que a palavra das escrituras é a espada do Espírito contra o erro, contra a mentira e presunção. Que só essa espada pode vencer o diabo e o pecado. É uma arma ofensiva. E que a palavra pregada ou ensinada com autoridade é a espada do Espírito em ação. A nossa própria palavra é frágil, mas a Palavra de Deus é poderosa.
            Não existem belas palavras, os mais belos discursos políticos, conselhos de psicólogos, etc, que possam convencer o homem do seu pecado.  Só mesmo a real Palavra de Deus pode convencer o homem do pecado e do juízo. E ela que o cristão deve ter sempre em punho, ou seja, guardada no coração igualmente diz o salmista: “Guardei no coração a tua palavra para não pecar contra ti.” (SALMOS 119:11).

a)  Ore em todo tempo - Efésios 6:18-20-

Depois de considerar a completa armadura espiritual, Paulo acrescentou outro conselho importante. Para resistir a Satanás, os cristãos devem valer-se de toda forma de oração e súplica. Em todas as ocasiões, fazei orações em espírito, ele escreve. Quando nos confrontamos com tentações, provações e desânimo, a oração pode fortalecer-nos imensamente. Jesus ofereceu súplicas e também petições: “O qual, nos dias da sua carne, oferecendo, com grande clamor e lágrimas, orações e súplicas ao que o podia livrar da morte, foi ouvido quanto ao que temia.” ( HEBREUS 5:7).
Assim, como os soldados ficam nas torres de vigia, o cristão deve está alerta em constante oração, para Elienai Cabral, a maior provisão para o crente vencer a batalha contra o mal é a oração. Assim, a oração faz parte de todo o equipamento de guerra, como mesmo grifa Elienai Cabral, não há implicações doutrinarias para interpretar sobre a oração, então vale considerar que a oração é a energia que dá vigor ao soldado em se dispor para a batalha, e essa energia emana de quem lhe comissionou para a guerra, quanto mais ele buscar, ou seja, se alimentar mais forte ficará, assim como os alimentadores de energia dos aparelhos eletrônicos quando estão descarregando, eles precisam estar conectados a uma tomada com corrente elétrica, o cristão precisa estar conectado com Deus, em diálogo constante para saber como proceder às armadilhas do inimigo e vencer a luta.
Assim, o apostolo Paulo encerra fazendo dois pedidos de oração: primeiro para falar só o que Deus mandar, “ao abrir e fechar da boca”, e segundo falar com ousadia a mensagem do Evangelho de Cristo.


VI - APLICAÇÃO PARA HOJE
 Em resumo, não contém a integra do trabalho.

Como é poderosa a palavra de Deus, que mensagem grandiosa que atravessa os séculos e hoje produz grande efeito, só mesmo um grande,  poderoso, e eterno Deus, poderia nos alcançar com o seu grande amor SALVIFICO, através dos tempos. Como é importante saber que podemos contar com um ser todo poderoso que nos ama, e nos livra de toda sorte de maldade.
É completamente sublime sermos esclarecidos das profundas verdades de Deus. Verdades estas, que tem por objetivo guardar a nossa vida das investidas do inimigo das nossas almas.
O Diabo sabe que lhe resta pouco tempo, e ele intensifica seus esforços para nos derrubar. (Apocalipse 12:12). Temos de resistir a esse poderoso inimigo e travar a luta excelente da fé’. (1 Timóteo 6:12) Isso exige poder além do normal. (2 Coríntios 4:7). Precisamos também da ajuda do espírito santo de Deus, e devemos pedi-lo em oração. Jesus disse: “Se vós, embora iníquos, sabeis dar boas dádivas a vossos filhos, quanto mais o Pai, no céu, dará espírito santo aos que lhe pedirem!” ( LUCAS 11:13).
Evidentemente, é essencial que nos revistamos da armadura completa de Deus. O uso dessa armadura espiritual exige que desenvolvamos qualidades fundamentais para o caráter cristão, tais como: verdade, justiça, firmeza na palavra, fé, confiança na salvação que vem Deus, e autoridade da palavra. Para por em prática, tudo isso, requer que amemos a verdade como que cingidos por ela, que estejamos prontos para divulgar as boas novas em todas as ocasiões e que mantenhamos a esperança em Deus bem firme na mente. Porque se o guerreiro cristão aprender a usar habilmente a palavra de Deus e for revestido da completa armadura de Deus sempre sairá vitorioso da guerra contra as forças espirituais iníquas e o nome santo de Deus é glorificado. Pois, Deus nos garante todo poder, em nome de Jesus, para vencer qualquer batalha para estarmos unidos a ele. Como está escrito nas Sagradas Escrituras:


Mas em todas estas coisas somos mais do que vencedores, por aquele que nos amou. Porque estou certo de que, nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as potestades, nem o presente, nem o porvir, Nem a altura, nem a profundidade, nem alguma outra criatura nos poderá separar do amor de Deus, que está em Cristo Jesus nosso Senhor. (ROMANOS 8:37-39).


Contudo, buscar a Deus em oração diariamente é vital para uma vida vitoriosa. Assim, devemos sempre ouvir a sua voz, e por em práticas seus ensinamentos sagrados. Para estarmos constantemente ligados a Ele por Jesus.



VII - REFERENCIAS BIBLIOGRAFIAS

ARAUJO, Adilson Maciel. Exegese de Efésios 2:1-10. Disponível em: <http://www.monergismo.com/textos/comentarios/exegese_adilson_efesios.pdf> Acesso em: 12 Ago. 2013.

A EPÍSTOLA DO APÓSTOLO SÃO PABLO AOS EFESIOS: PUBLICAÇÕES INTERAMERICANAS. Disponível em:<http://www.jesusvoltara.com.br > Acesso em: 19 Jan. 2004.

BÍBLIA ONLINE. Almeida, NVI e mais 52 versões

Disponível em: <http://www.bibliaonline.com.br/acf/mt/7> Acesso em: 12 ago. 2012.

BÍBLIA DE ESTUDO.  Nova Tradução na Linguagem de Hoje. Barueri, São Paulo: Sociedade Bíblica do Brasil, 2012.

BÍBLIA SHEDD. 2 ed. Ver. Atualizada no Brasil. São Paulo Vida Nova, SBB, 1997.

BUCKLAND, Rev. A. R. Tradução: Joaquim dos Santos Figueiredo. Dicionário Bíblico Universal. Ed. Vida, São Paulo, 1981.

CALVINO, João. Tradução: Walter Graciano Martins. Efésios João Calvino. 1 ed. Ed. Edições Paracletos, São Paulo, 1998.

CARTA DE PAULO AOS EFÉSIOS Disponível em: <http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/livroefesios.htm> Acesso em: 14 Ago. 2013

CABRAL, Elienai. Comentário bíblico Efésios. E-books Evangélicos. Disponível em:<http://www.etcap.com.br/livros/150830_Comentario%20Biblico%20Efesios.pdf> Acesso em: 15 Ago. 2013.

EPHESIANS WILLIAM BARCLAY, Título original em inglês: The Letter to the Ephesians Tradução: Carlos Biagini. Disponível em: <http://dc376.4shared.com/doc/n8L93QMx/preview.html> Acesso em: 13 Ago. 2013.

GINGRICH, F. Wilbur. Léxico do Novo Testamento: grego, português. F. Wilbur Gingrich ; revisão Frederick W. Danker. Tradução: Júlio P. T. Zabatiero. São Paulo. Editora Vida Nova, 2007.

RIENECKER, Fritz. Chave Linguistica do Novo Testamento Grego. Tradução de Gordon Chown e Júlio Paulo T. Zabatiero. São Paulo. Editora Vida Nova, 1995.

STERN, David H. Comentário Judaico do Novo Testamento. São Paulo: Didática Paulista; Belo Horizonte. Editora Atos, 2008.

PATZIA, Arthur G. Novo Comentário Bíblico Contemporâneo: Efésios, Colossenses e Filemon. Baseado na Edição Contemporânea de Almeida. Ed. Vida, São Paulo, 1995.



APENDICE


REFLEXÃO SOBRE A DISCIPLINA E A EXEGESE DO GREGO

A comunidade de Éfeso nasce provavelmente de um pequeno número de judeus. Paulo coloca em prática seus ensinamentos sobre Jesus, é o que relata Atos do Apóstolos, na sinagoga daquela localidade por três meses, porém  alguns de lá não aceitarem a mensagem do apóstolo sobre Jesus ser o Cristo, o messias esperado e prometido para Israel. Seu prisma teológico abordado em Efésios enfatiza a verdade de que a Igreja é o corpo e Cristo é a Cabeça, mas eles endurecerem o seu coração, gerando desconforto a presença de Paulo ali, diz o texto bíblico. Paulo então passa a ensinar por dois anos numa escola a alguns dos judeus que saem da sinagoga local onde as reuniões aconteciam e passam a se reunir na escola pertencente a um homem chamado Tirano, que provavelmente a aluga a Paulo, para aprenderem das verdades do Evangelho, todos os dias, acrescidos com o passar dos tempos de outros, nasce a igreja local. Em Apocalipse 2.6, aproximados 30 a 40 anos após o livro de Atos ter sido escrito, onde muito nos é relatado sobre o trabalho de Paulo em Éfeso, João pelo Espírito Santo vem parabenizar esta igreja, pela sua resistência aos falsos mestres, os nicolaitas, que provavelmente eram praticantes da idolatria e da imoralidade.  Uma cidade com muito misticismo, abundantes em práticas de magia, muitos deixam essas práticas, para uma nova vida, acrescidos pelo Espírito que é o próprio Jesus, transformados no amor Seu amor, pela dedicação, esforço e trabalho de Paulo à divulgação do Evangelho.
O acesso à leitura dos textos bíblicos em grego ao nosso alcance, alunas concluintes do aprendizado na língua grega Coinê, elaboradoras desta exegese, nos abriu uma porta muito larga, para a prática da exegese bíblica no texto original. Somos muito gratas a Deus por esta grande oportunidade, pela vida da nossa professora Ângela, que muito se esforçou pela prática docente, ao nos inserir nesta contextualização, de termos contato com a leitura de Efésios em Grego, obtivemos a oportunidade de conhecer a sua estrutura gramatical original de uma carta. Há uma particularidade na retórica utilizada por Paulo em Éfesios, das suas demais, nesta, suas frases são muito mais longas, ele trás um argumento após o outro, parece não ter fim, só nos demos conta disto ao lermos sem a influência dos tópicos, não temos este recurso no grego Coinê e diferentemente da estrutura disponível no português pelo tradutor, com os títulos, tópicos, que não são inspirados e apenas uma particularidade de um entendimento do tradutor, mesmo que ele entenda ser o mais apropriado, o original nos relatou bem mais. Uma nova oportunidade acadêmica nos foi acrescida, passamos a entender, olhar e ver muito mais além.     


Miss.Sayonara Taciana.

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