Estudo Temático aplicado na Assembléia de Deus Rocha Eterna do Valentina Figueiredo
um excelente aprendizado!
Sua presença é fundamental para nós, o nosso sincero obrigada a você que vai compartilhar conosco aqui no Blog.
Texto para o estudo I Coríntios 14.26-31,39
TEMA: A Administração dos Dons na Liturgia do Culto Cristão de hoje
ENQUETE:
ENQUETE:
Afinal ser Pentecostal é ser barulhento? ( )
Todo barulho desenvolvido num culto Pentecostal demonstra Poder de Deus? ( )
O que é ser Pentecostal? ( )
Todo barulho desenvolvido num culto Pentecostal demonstra Poder de Deus? ( )
O que é ser Pentecostal? ( )
Definição etimológica (significado) da
palavra culto
A
palavra culto é originária do vocábulo latino "culto", e significa
adoração ou homenagem que se presta ao Supremo Ser. No
grego, duas palavras para culto: "latreia", significando adoração; e:
"proskyneo", reverenciar, prestar obediência, render homenagem.
Definição teológica de culto
É o
momento da adoração que tributamos a DEUS.
Marca
o encontro do Supremo Ser com os seus adoradores.
14.26 TUDO PARA EDIFICAÇÃO. O propósito
principal de todos os dons espirituais é edificar a igreja e o indivíduo (vv.
3,4,12,17,26). "Edificar" (gr. oikodomeo) significa fortalecer e
promover a vida espiritual, a maturidade e o caráter santo dos crentes. Essa
edificação é uma obra do ESPÍRITO SANTO através dos dons espirituais, pelos
quais os crentes são espiritualmente transformados mais e mais para que não se
conformem com este mundo (Rm 12.2-8), sejam edificados na santificação, no amor
a DEUS, no bem-estar do próximo, na pureza de coração, numa boa consciência e
numa fé sincera (ver cap. 13; Rm 8.13; 14.1-4,26; Gl 5.16-26; Ef 2.19-22;
4.11-16; Cl 3.16; 1 Ts 5.11; Jd 20; ver 1 Tm 1.5).
14.27 DOIS, OU... TRÊS... E HAJA INTÉRPRETE. No uso dos dons espirituais, deve haver ordem e equilíbrio. As diretrizes bíblicas para falar em línguas em voz alta na igreja são:
14.27 DOIS, OU... TRÊS... E HAJA INTÉRPRETE. No uso dos dons espirituais, deve haver ordem e equilíbrio. As diretrizes bíblicas para falar em línguas em voz alta na igreja são:
(1) Numa só reunião não deve haver mais do
que dois ou três que falem, orem, ou louvem em línguas em voz alta, e isto
somente com interpretação (vv. 27,28).
(2) Falar em línguas deve ser feito por uma
pessoa de cada vez (v. 27).
(3) Toda enunciação em línguas deve ser
julgada pela igreja, quanto à sua autenticidade (vv. 29,32).
(4) Não havendo ninguém presente com o dom
de interpretar, o crente pode, bem baixinho, falar em línguas em oração pessoal
dirigida a DEUS (v. 28).
Fica evidente que em alguns momentos do
culto todos se alegram no ESPÍRITO e nesses momentos todos devem e podem falar
em línguas e glorificar a DEUS.
14.29 E OS OUTROS JULGUEM. Toda profecia deve ser avaliada quanto ao seu conteúdo. Isso demonstra que a profecia nos tempos do NT não era infalível, sendo passível de correção.
14.29 E OS OUTROS JULGUEM. Toda profecia deve ser avaliada quanto ao seu conteúdo. Isso demonstra que a profecia nos tempos do NT não era infalível, sendo passível de correção.
(1) Às vezes, a profecia e o falar em
línguas não procediam de DEUS (cf. 1 Jo 4.1). Até mesmo os espíritos malignos
conseguem agir na congregação através de falsos mestres ou falsos profetas aí
presentes. O profetizar, o falar em línguas estranhas ou a possessão dalgum dom
sobrenatural não é garantia de que alguém é um genuíno profeta ou crente, pois
os dons espirituais podem ser falsificados por Satanás (Mt 24.24; 2 Ts 2.9-12;
Ap 13.13,14).
(2) Se a igreja não julga com decência e
ordem (v.40) as profecias, ela deixou de seguir as diretrizes bíblicas. Note,
também, que a profecia não era algo como um impulso incontrolável do ESPÍRITO,
pois apenas um profeta podia falar de cada vez (vv. 30-32).
(3) Qual deve ser a atitude da igreja para
com as mensagens proféticas?
(a) Todas as profecias devem ser testadas
segundo o padrão da doutrina bíblica (cf. Dt 13.1-3). Isso significa que os
crentes devem ficar atentos ao seu cumprimento (cf. Dt 18.22), e atentos também
no caso dela não se cumprir ou se levar o crente a distanciar-se de CRISTO
(pois, ai, ela será falsa).
(b) Se a palavra profética é uma exortação,
a congregação precisa perguntar: "O que devemos fazer para obedecermos à
vontade do ESPÍRITO"
14.31 PROFETIZAR, UNS DEPOIS DOS OUTROS. A distinção entre a profecia como dom espiritual e a profecia como parte das Sagradas Escrituras (2 Pe 1.20), deve ser conhecida com clareza, embora se trate, nos dois casos, de uma mensagem recebida de DEUS.
14.31 PROFETIZAR, UNS DEPOIS DOS OUTROS. A distinção entre a profecia como dom espiritual e a profecia como parte das Sagradas Escrituras (2 Pe 1.20), deve ser conhecida com clareza, embora se trate, nos dois casos, de uma mensagem recebida de DEUS.
(1) Os escritores da Bíblia recebiam suas
mensagens mediante a inspiração direta e única da parte do ESPÍRITO SANTO, e a
comunicavam sem erro. O resultado foi uma mensagem infalível.
(2) A profecia do tipo descrito nos caps. 12
e 14, porém, não tem inerente em si a mesma autoridade ou infalibilidade que a
inspirada Palavra de DEUS (2 Tm 3.16). Embora provenha do impulso do ESPÍRITO
SANTO, esse tipo de profecia nunca poderá ser considerado inerrante. Sua
mensagem sempre estará sujeita à mistura e erros humanos. Por isso a profecia
da igreja nunca poderá ser equiparada com as Sagradas Escrituras. Além disso, a
profecia em nossos dias não poderá ser aceita pela igreja local até que seus
membros julguem o seu conteúdo, para averiguar a sua autenticidade (ver v. 29;
12.10). A base fundamental desse julgamento é a Palavra de DEUS escrita: i.e.,
a profecia está de conformidade com a doutrina apostólica? Toda experiência e
mensagem na igreja devem passar pelo crivo da Palavra de DEUS escrita.
14.39 PROFETIZAR E NÃO PROIBAIS... LÍNGUAS.
Esse duplo preceito encerra o ensino bíblico sobre a profecia e as línguas. Se
os coríntios não reconhecem que os ensinos de Paulo são "mandamentos do
Senhor", provam que não são profetas, nem povo de DEUS (vv. 37,38). As
igrejas atuais que afirmam seguir a Palavra de DEUS, mas que proíbem o falar em
línguas e não desejam com zelo que seus membros profetizem, devem verificar
como:
Elementos do verdadeiro culto bíblico:
1-
Salmo (Leitura da Bíblia)
2-
Doutrina (Explanação da Bíblia por ensino e por pregação - para que todos
aprendam e todos sejam consolados)
3-
Revelação (falem dois ou três profetas, e os outros julguem - todos podereis profetizar,
uns depois dos outros - procurai, com zelo, profetizar )
4-
Língua (se alguém falar língua estranha, faça-se isso por dois ou, quando muito
três, e por sua vez, e haja intérprete - não proibais falar línguas)
5-
Interpretação (é a manifestação de um dom do ESPÍRITO SANTO - equivale à
profecia).
Quem pode ter o Dom de Profecia, na Igreja?
Qualquer
crente salvo pode ter o dom de profecia na nova dispensação (1 Co 14.24).
Independe
de idade, sexo, status social e posição na igreja (At 2.17,18), tal como vemos
nas quatro filhas de Filipe "que profetizavam" (At 21.9).
Existem muitas diferenças entre adorar e
louvar:
Devemos
lembrar-nos de que DEUS é ESPÍRITO e aqueles que desejam adorá-lo devem fazê-lo
em espírito e em verdade, ou seja, dispensando os estímulos externos; com um
coração sincero e temente a DEUS (A adoração é a expressão máxima da oração).
Jamais devemos confundir a adoração com o louvor, pois:
1. - Louva-se
a DEUS pelo que ELE fez ou faz, mas adora-se a ELE pelo que ELE é;
2.
- O louvor é um agradecimento a DEUS, a adoração é um engrandecimento de
DEUS;
3. -
No louvor precisa-se da participação de outras pessoas e às vezes de
instrumentos musicais, a adoração é individual e nasce dentro de nós, em
nosso espírito;
4.- O
louvor chega aos átrios, a adoração chega ao santo dos santos (presença de DEUS);
5. -
No louvor são usados o corpo e a alma; na adoração são usados o corpo
(mortificado), a alma (lavada no sangue de JESUS) e o espírito (“recriado”);
6.- Para
louvar a DEUS não é preciso comunhão com o ESPÍRITO SANTO, pois até os animais
o louvam (Sl 148, 149, 150); para se adorar a DEUS é preciso uma estreita
comunhão com o ESPÍRITO SANTO, pois é ELE que nos transporta ao trono.
7.- O
louvor é um aceno e cumprimento, a adoração é um abraço e um beijo cheio de
amor.
8.- Tomemos
como exemplo um marido que dá um fogão de presente à sua esposa e manda
entregar em sua casa. A esposa louva ao marido pelo seu ato de amor, mas quando
o mesmo chega em casa ela o abraça e beija agradecida e cheia de amor (isso é
adoração).
9.- Para
louvar não é preciso nascer de novo, para adorar só com espírito “recriado”
(ligado a DEUS pelo novo nascimento, através do ESPÍRITO SANTO).
10.
- Observação: Por isso se vê tão poucos adoradores e tantos que louvam.
11.-
Aos homens se aplaude (manifestação externa), a DEUS se adora (manifestação
interna).
A
adoração consiste nos atos e atitudes que reverenciam e honram à majestade do
grande DEUS do céu e da terra. Sendo assim, a adoração concentra-se em DEUS, e
não no ser humano. No culto cristão, nós nos acercamos de DEUS em gratidão por
aquilo que Ele tem feito por nós em CRISTO e através do ESPÍRITO SANTO. A
adoração requer o exercício da fé e o reconhecimento de que Ele é nosso DEUS e
Senhor.
Será que nas manifestações Litúrgicas de hoje, os dons trazidos pelo Espírito Santo, estão sendo sujeitos aos profetas (aos homens)?
Queridos, a utilização correta dos dons pela Igreja é fator importante para o boa aplicação dos mesmos e sua eficácia, se não for assim a Igreja não está sendo a agência de Deus na terra, pois o Espírito Santo não está sujeito a ninguém, quanto a igreja sim, sujeita a Ele. É o que nos transmite o (v.32) e acrescenta o (v.33) que o nosso Deus não é Deus de confusão, pois a obra que Ele gera em nós, através do Seu Espírito, para o trabalho se torna evidente, era assim com Jesus e com os apóstolos.
Se precisamos rever alguns ou nossos conceitos, devemos refletir, pois a forma de como vamos trabalhar na utilização desses dons, vai espelhar no bom aproveitamento ou não do Corpo. Paulo vai nos ensinar na carta aos Romanos, capitulo 12.1-3, qual deve ser o nosso sacrifício (trabalho) vivo ao Senhor:
Um Culto Santo e Agradável a Deus é um Culto Racional, ou seja, TRAZIDO pelo Espírito Santo, o que mantém e sustenta todas as coisas, um Culto com ordem, a esse trabalho dá-se o nome de Liturgia ou trabalho Litúrgico. O Culto cristão é um trabalho Litúrgico, onde é o Espírito de Deus (o Espírito Santo) quem o dirige e revela a vontade de Deus e de Jesus para nós, mas é também Poder, porque pelos dons, as obras realizadas pela igreja não se explicam, são milagres, são espirituais.
Através da Igreja Pentecostal, o Corpo de Cristo (Pentecostal porque acredita na manifestação dos dons espirituais relatados no livro de Atos dos apóstolos), tem a responsabilidade de edificar, fortalecer e promover a vida espiritual, a maturidade e o caráter santo dos crentes.
Cabe a nós os homens, conhecer, dedicar-se, ter zelo e obedecer ao Espírito Santo nesse trabalho, para que conheçamos qual a boa, perfeita e agradável vontade de Deus para nós citado:
Salvação, transformação de vidas, restauração de famílias, recuperação de viciados, libertos da prostituição, liberto dos adultérios, vidas agora no exercício do gozo espiritual de estar em Jesus, conduzidas pelo Espírito de Deus, curas, milagres... São tantos os benefícios recebidos, quando ESTAMOS em comunhão e na vontade de Deus pelo Seu Espírito.
A Paz de Cristo.
Queridos, a utilização correta dos dons pela Igreja é fator importante para o boa aplicação dos mesmos e sua eficácia, se não for assim a Igreja não está sendo a agência de Deus na terra, pois o Espírito Santo não está sujeito a ninguém, quanto a igreja sim, sujeita a Ele. É o que nos transmite o (v.32) e acrescenta o (v.33) que o nosso Deus não é Deus de confusão, pois a obra que Ele gera em nós, através do Seu Espírito, para o trabalho se torna evidente, era assim com Jesus e com os apóstolos.
Se precisamos rever alguns ou nossos conceitos, devemos refletir, pois a forma de como vamos trabalhar na utilização desses dons, vai espelhar no bom aproveitamento ou não do Corpo. Paulo vai nos ensinar na carta aos Romanos, capitulo 12.1-3, qual deve ser o nosso sacrifício (trabalho) vivo ao Senhor:
Um Culto Santo e Agradável a Deus é um Culto Racional, ou seja, TRAZIDO pelo Espírito Santo, o que mantém e sustenta todas as coisas, um Culto com ordem, a esse trabalho dá-se o nome de Liturgia ou trabalho Litúrgico. O Culto cristão é um trabalho Litúrgico, onde é o Espírito de Deus (o Espírito Santo) quem o dirige e revela a vontade de Deus e de Jesus para nós, mas é também Poder, porque pelos dons, as obras realizadas pela igreja não se explicam, são milagres, são espirituais.
Através da Igreja Pentecostal, o Corpo de Cristo (Pentecostal porque acredita na manifestação dos dons espirituais relatados no livro de Atos dos apóstolos), tem a responsabilidade de edificar, fortalecer e promover a vida espiritual, a maturidade e o caráter santo dos crentes.
Cabe a nós os homens, conhecer, dedicar-se, ter zelo e obedecer ao Espírito Santo nesse trabalho, para que conheçamos qual a boa, perfeita e agradável vontade de Deus para nós citado:
Salvação, transformação de vidas, restauração de famílias, recuperação de viciados, libertos da prostituição, liberto dos adultérios, vidas agora no exercício do gozo espiritual de estar em Jesus, conduzidas pelo Espírito de Deus, curas, milagres... São tantos os benefícios recebidos, quando ESTAMOS em comunhão e na vontade de Deus pelo Seu Espírito.
A Paz de Cristo.

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